Por: Gabriele Molina, Tainara Nascimento e Tatiane Lemes 2° B
O Brasil é o país que mais comete homicídios em todo o mundo, em 2016 o país registrou 59.080 assassinatos, seguindo o sistema da informação sobre mortalidade do governo federal.
A cada dia mais de 160 pessoas são vitimas de homicídios, de latrocínio (roubos seguidos de morte) e lesões que acabam em morte. Em 2015 foram assassinados no Brasil 15 vezes mais pessoas do que o total de mortes em 559 atentados terroristas ocorridos no mesmo ano: 3.830 pessoas, segundo a organização Peacetech Lab.
Se considerados os dados de 2011 a 2015, foram assassinados no país mais de 270 mil pessoas, total equivalente ao de mortes na guerra na Síria no mesmo período. Nesse quesito segundo a Organização das nações unidas, que utiliza metodologia própria, a taxa no Brasil foi de 30,5 mortes por 100 mil habitantes, a que coloca o país entre os dez mais violentos do mundo.
O índice apresentado pelo Brasil é quase três vezes maior, 10 de mortes por 100 mil habitantes. Mais o que mais chama atenção é o índice de homicídio entre jovens e negros, de cada 100 pessoas assassinadas no Brasil, 71 são negros. Esse fato é explicado pela discriminação histórica sofrida pelos negros no país, o negro tem menos oportunidades de estudo e de conseguir um trabalho de qualidade.
Desde os anos de 2000, a violência vem migrando das grandes regiões metropolitanas para capitais menores, e destas para cidades do interior, nota-se que que também que a violência vem passou a ser mais concentrada em alguns dos municípios brasileiros. A disponibilidade de armas no pais é grande, é uma das principais caudas de letalidade. A maioria das mortes, 70% delas ocorre por armas de fogo. O governo procurou diminuir o arsenal disponível com a campanha do estatuto do Desarmamento que ao entregar a sua arma, o cidadão recebia uma recompensa em dinheiro mas ainda assim a quantidade de armas disponíveis continua crescendo.
A cada dia mais de 160 pessoas são vitimas de homicídios, de latrocínio (roubos seguidos de morte) e lesões que acabam em morte. Em 2015 foram assassinados no Brasil 15 vezes mais pessoas do que o total de mortes em 559 atentados terroristas ocorridos no mesmo ano: 3.830 pessoas, segundo a organização Peacetech Lab.
Se considerados os dados de 2011 a 2015, foram assassinados no país mais de 270 mil pessoas, total equivalente ao de mortes na guerra na Síria no mesmo período. Nesse quesito segundo a Organização das nações unidas, que utiliza metodologia própria, a taxa no Brasil foi de 30,5 mortes por 100 mil habitantes, a que coloca o país entre os dez mais violentos do mundo.
O índice apresentado pelo Brasil é quase três vezes maior, 10 de mortes por 100 mil habitantes. Mais o que mais chama atenção é o índice de homicídio entre jovens e negros, de cada 100 pessoas assassinadas no Brasil, 71 são negros. Esse fato é explicado pela discriminação histórica sofrida pelos negros no país, o negro tem menos oportunidades de estudo e de conseguir um trabalho de qualidade.
Desde os anos de 2000, a violência vem migrando das grandes regiões metropolitanas para capitais menores, e destas para cidades do interior, nota-se que que também que a violência vem passou a ser mais concentrada em alguns dos municípios brasileiros. A disponibilidade de armas no pais é grande, é uma das principais caudas de letalidade. A maioria das mortes, 70% delas ocorre por armas de fogo. O governo procurou diminuir o arsenal disponível com a campanha do estatuto do Desarmamento que ao entregar a sua arma, o cidadão recebia uma recompensa em dinheiro mas ainda assim a quantidade de armas disponíveis continua crescendo.
Os países latino-americanos que tiveram crescimento da população urbana a taxas superiores a 2% ao ano por longos períodos. O crescimento urbano e desordenado potencializa a criminalidade e as condições para a formação de quadrilhas que controlam o tráfico de drogas e de armas.
Situações de deixar a casa antes dos 15 anos de idade, não ir a escola ou ter um lar desestruturado sem pai ou mãe afeta diretamente na iniciação do jovem ao crime.
armados fora de serviço. Os assassinatos de civis por policiais aparecem nos boletins como “auto de resistência” ou “homicídio decorrente de intervenção policial” ou seja parte do pressuposto que o policial agiu em legitima defesa, mais isso nem sempre com a realidade, em muitos dos casos essas situações acabam camuflando mortes de civis inocentes. E de acordo com o Atlas da
Violência, essa alta letalidade está relacionada com o padrão operacional da polícia, que é pautada pela “lógica do enfretamento e da garantia da ordem acima de direitos”.
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